“A obra de arte”, do diretor Marcos Ribeiro, mostra o processo de criação de sete dos principais artistas plásticos do Brasil: Eduardo Sued, Carlos Vergara, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Waltércio Caldas, Tunga e Ernesto Neto.
O filme responde a duas perguntas principais: Como nascem e prosperam as obras de arte? O que são obras de arte? As respostas surgem em visitas aos ateliês dos artistas plásticos. Marcos Ribeiro colheu depoimentos, imagens, performances, gentilezas e surpresas em filmagens inesquecíveis.
O documentário revela a descoberta do mundo das artes plásticas pelo diretor, e como este mundo pode ser entendido e apreciado por todos. Numa linguagem fluente e afetiva, com planos longos e música especialmente composta para o filme, ele conduz o espectador através dos ateliês e do pensamento dos artistas. E os artistas, ao falarem de suas ideias, mostram os procedimentos e métodos na produção de suas obras de arte.
Com produção da jornalista Helena Lara Resende, música do maestro Antonio Saraiva, direção de fotografia de Manuel Águas e direção e montagem de Marcos Ribeiro, o filme, com “suas imagens e depoimentos únicos, é capaz de revelar, entreter, emocionar e sugerir reflexões além das artes plásticas, de uma maneira delicada e original”, afirma o diretor.
A Obra de Arte – The Work of Art, 71’ 2009
Ficha técnica Artistas protagonistas: Beatriz Milhazes, Carlos Vergara, Cildo Meireles, Eduardo Sued, Ernesto Neto, Waltércio Caldas e Tunga Produção: Helena Lara Resende Motion design: Caco Moraes Direção de fotografia: Manuel Águas Música: Antonio Saraiva Direção e montagem Marcos Ribeiro Versão inglês: Legendagem: Vladimir Freire Finalização HD: Condomínio( Bernardo Varela) Mixagem: Meios e Mídia
Welles utiliza a história de um brilhante falsificador de quadros, o húngaro Elmyr de Hory, para levantar questões pouco indagadas, relativas ao sentido da mentira na arte. Elmyr fala sobre os caminhos que o levaram à pacata ilha espanhola de Ibiza e revela não se sentir mal pelos artistas que copia. Entre estes, estão Modigliani, Picasso e Matisse. Taxado pela imprensa de inimigo da arte, parece manter-se tranquilo quanto à própria posição. Nesse ponto, somos levados a tomar partido de um dos lados, por meio da escolha de uma visão do que representa a autoria artística.
Sinopse: Cinegrafista carrega sua câmera documentando a vida cotidiana.
"Começa mais ou menos assim ...Este filme apresenta uma experiência na comunicação cinematográfica dos acontecimentos reais. Sem a ajuda de legendas intercalares, roteiro , cenário , sem a ajuda de um teatro (um filme sem palco, sem atores, etc.). Este trabalho experimental tem o objetivo de criar uma linguagem de cinema absoluta e verdadeiramente internacional baseada no seu total afastamento da linguagem do teatro e da literatura. DZIGA VERTOV.
A ideia do filme/documentário surgiu do francês que reside em Los Angeles Thierry Guetta, aka Mr. Brainwash, dono de uma loja vintage cuja procura por filmagens de artistas de rua na década de 1990 o fez encontrar Banksy e desenvolver melhor o seu trabalho de captura. Nas filmagens de Guetta encontram-se todos os tipos de provocações a favor da arte realizados pelos grafiteiros, as perseguições por parte da polícia, do poder público e, claro, as criações do inigualável Bansky. Gravado sem tripé ou qualquer outro tipo de equipamento que não fosse a câmara e o microfone, o filme traz a anarquia e a clandestinidade dos grafites. A edição fica por conta do próprio Bansky, que decidiu ficar encarregado disso ao perceber que o seu novo amigo não conseguiria realizar o trabalho. Já Thierry, inspirado pelos seus registos, decidiu também seguir o caminho artístico: sob o pseudónimo de Mr. Brainwash, ele apropriou-se de obras alheias, usando-as para promover a sua nova carreira...
Filme Local Color de George Gallo, produzido em 2006, traduzido para o português como 'O Mestre da Vida'. Montado como um grande trailer, a ideia foi mostrar partes inspiradoras para você assistir o filme, mas principalmente para os amantes das artes e professores levarem para sala de aula, devido ao belíssimo discurso que o filme provoca sobre a beleza e o papel da arte nos dias atuais, apesar do filme tratar de umas décadas atrás, levanta questões pertinentes até hoje: A crise da arte, o abstrato, o conceitual, o figurativo, a representação, o símbolo, enfim; a linguagem.
A partir desta sexta-feira e até 3/11/10, o Instituto Moreira Salles apresenta uma série de filmes sobre cinema e pintura e três mesas-redondas para debater as relações entre a arte e a crítica, entre a arte e a política e a arte e o espaço público. São 41 filmes; entre eles, estão trabalhos de Nuno Ramos, Tunga, uma coletânea de curtas de Cao Guimarães e documentários sobre o crítico Mário Pedrosa, e sobre os artistas David Hockney, Picasso, Fernando Lemos, Iberê Camargo e Iole de Freitas. Há também filmes de diretores que trabalharam diretamente inspirados pela pintura, como Pier Paolo Pasolini e Peter Greenaway. Um dos destaques da mostra é Cildo, do diretor Gustavo Moura, longa-metragem com depoimentos do artista Cildo Meireles e imagens de suas obras. (fonte: http://ims.uol.com.br)
Clique aqui para saber sobre a programação completa.
Quem ainda não viu esta obra de arte em movimento? Imperdível ainda me pergunto como não achei isso antes, louvada seja a internet... Isso é pura arte: cinema, fotografia, poesia, dança, natureza, etc... Bela composição, enquadramento, simetria, tudo em tom sépia. Acima apenas uma amostra grátis, vale a pena:
"Ao explorar a linguagem e a sensibilidade poética comum a todos os animais, meu trabalho tenta redescobrir um universo outrora compartilhado com harmonia pelos seres humanos e os animais. As imagens refletem um mundo que não tem começo nem fim, que não se situa aqui nem ali, que não está no passado nem no presente." Gregory Colbert, Criador de Ashes and Snow (fonte: http://www.ashesandsnow.org)
O título Ashes and Snow faz referência ao componete literário da expoição - o relato fictício de um homem que, ao longo de uma viagem de um ano, escreve 365 cartas à esposa. A origem do título é revelada na 365a carta. As fotografias e o longa metragem de uma hora, realizados por Colbert, constituem livres interpretações dos encontros e experiências descritos pelo narrador em suas cartas.
Colbert, para quem os animais são "obras-primas vivas da natureza", decidiu filmá-los em seus habitats naturais, empenhando-se em ser fiél à voz de cada um deles. O filme pode ser visto como uma obra de arte, mas também como uma pesquisa de campo impregnada de poesia. Editado por Pietro Scalia, duas vezes premiado com o Oscar de Melhor Montagem, o filme é narrado por Laurence Fishburne(inglês), Ken Watanabe (japonês) e Enrique Rocha (espanhol). Entre os músicos responsáveis pela trilha sonora estão Michael Brook, David Darling, Heiner Goebbels, Lisa Gerrard, Likas Foss, Nusrat Fateh, Ali Khan e Djivan Gasparyan.
A exposição Ashes and Snow inclui mais de 50 fotografias artísticas de grandes dimensões, um filme com duração de uma hora e dois curtas-metragens realizados na forma de "haikus". Nenhuma imagem passou por processamento digital de colagens ou superposição: elas retratam o que o artista viu através das lentes de sua câmera. Embora Colbert recorra a câmeras móveis e fixas, as fotografias não são fotogramas do filme.
As fotografias apresentam momentos de interação tanto com animais selvagens quanto com animais habituados ao contato com seres humanos. (fonte: http://www.ashesandsnow.org)
Belíssimo, emocionante, real! Apaixonante o que a arte pode fazer pelas pessoas principalmente pelas crianças criadas em campo de refugiados da guerra civil no norte da Uganda. A música e a dança resgatando a cultura de um povo através de crianças que experimentaram a guerra e viram o que um filho nosso, se Deus quiser, jamais verá.
Um filme tocante, com uma fotografia incrível que retira beleza e revela a essência das pessoas e do lugar, imperdível! Considerado pela academia o melhor documentário de 2007.
Se você é apaixonado por fotografia e ação humanitária, prepare-se para se emocionar com este documentário fantástico. Nascido em Bordéis:
Um tributo à elasticidade da infância e do poder restaurador de arte, Born Into Brothels é um retrato de várias crianças que vivem no Distrito da Luz Vermelha em Calcutá, onde suas mães trabalham como prostitutas. Zana Briski, uma fotógrafa de Nova York, dá a cada um desses jovens, uma câmera e os ensina a tirar fotos, simultaneamente, levando-os a olhar para o seu mundo com novos olhos. Juntamente com Ross Kauffman, Briski capta a maneira mágica em que a beleza pode ser encontrada no mais improvável dos lugares e como um futuro brilhante e promissor torna-se uma possibilidade para as crianças que anteriormente não tinha futuro algum. Um filme de: Ross Kauffman e Zana Briski