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O Festival Internacional CulturaDigital.Br recebe quase 400 propostas de mais de 20 países inscritas na chamada pública do evento, que acontece por primeira vez no Rio.

A chamada pública despertou atenção dos principais realizadores de cultura e tecnologia do mundo. Instituições como Chaos Computer Club, da Alemanha, LabSurLAb, da Colombia, MIT, dos EUA, são alguns dos inscritos na chamada realizada para compor a programação do Festival.

Um aplicativo para iphone que ajuda o usuário a achar algo que não está procurando, um banco de investimentos virtual, um glossário terminológico para crianças em seis línguas indígenas; um robô que se equilibra em duas rodas utilizando-se de software e hardware livres. Esses são apenas alguns dos quase 400 projetos inscritos na chamada pública do Festival Internacional CulturaDigital.Br, encerrada no último fim de semana.

Durante o mês de setembro, coletivos, ativistas, produtores, organizações, universidades e interessados nos temas do festival apresentaram 365 propostas para a programação do evento, que ocorre no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro entre os dias 2 a 4 de dezembro.

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Visões Periféricas

Festival audiovisual que celebra periferia chega à 5ª edição com participação recorde com mais de 600 inscrições; 106 filmes serão exibidos nas 13 mostras

Visões Periféricas acontece no Rio entre os dias 19 e 26 de outubro, no Oi Futuro e no Centro Cultural da Justiça Federal

O potencial cultural das periferias do Brasil será exposto no Rio de Janeiro, entre os dias 19 e 26 de outubro, para quem quiser ver. A 5ª edição do Festival Visões Periféricas terá a exibição de 106 filmes, sendo mais de 30 inéditos, nas salas do Oi Futuro, em Ipanema, e do Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia. Antes, porém, parte da programação será exibida nas comunidades cariocas do Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, Tabajaras, Babilônia e Santa Marta. A abertura será transmitida simultaneamente ao público na Praça General Osório, em Ipanema num cinema montado a céu aberto.

O festival, criado em 2007, é voltado para obras realizadas por moradores de comunidades; por quem passeia por lá; e também por quem se interessa e faz recorte peculiar sobre esses territórios. No seu primeiro ano contou com 130 inscrições, número que saltou para 610 em 2011. Somando as quatro edições anteriores, já exibiu mais de 800 curta-metragens para ao menos 15 mil espectadores.

"Eu diria que o festival procura fazer uma reflexão sobre o conceito de periferia no mundo contemporâneo a partir de um mosaico de filmes que revelam o ser humano em toda sua diversidade. São filmes que foram selecionados por apresentarem qualidades como tema inovador, relevância social e uma abordagem estética diferenciada", analisa Marcio Blanco, idealizador e curador do festival.

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Festival voltado a estudantes e recém-graduados está com inscrições abertas para mostra de foto e vídeo, torneio de VJs e oficinas.

vj

A terceira edição do Festival Conexões Tecnológicas, projeto focado na discussão e exibição de trabalhos de alunos e recém-graduados em artes e design com uso de mídias digitais, realiza o evento de encerramento nos dias 08 e 09 de novembro no Instituto Cervantes, em São Paulo. Contando com uma programação intensa, que vai das 13 às 21 horas durante ambos os dias, o evento terá, além da exposição dos trabalhos premiados pelo festival, mostra de foto e vídeo, torneio de VJs, oficinas, palestras e bate-papos. Luiz duVa fecha o evento com a apresentação de seu mais recente trabalho, S T O R M. A programação acontece no lounge, auditório e nas salas multimídia do Instituto Cervantes. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.

Além de luiz duVa, outros grandes nomes das artes, design e tecnologia integram as atividades do evento como Ricardo Palmieri (vj palm), o músico e performer Alexandre Porres, VJ Pixel, Gil Giardelli, Sergio Amadeu, Bia Granja (Pix), Giselle Beiguelman, diretora artística do Instituto Sergio Motta, entre outros.

Para a Mostra de Foto e Vídeo e Torneio de VJs, a organização do festival está recebendo inscrições até sexta-feira, dia 29. Para as demais atividades as inscrições podem ser feitas pelo e-mail informe@conexoestecnologicas.com até o início do evento.

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"The poem of the mind in the act of finding/ What will suffice. It has not always had/ To find: the scene was set; it repeated what/ Was in the script/ Then the theatre was changed/ To something else. Its past was a souvenir./It has to be living, to learn the speech of the space." Wallace Stevens
artcena

Apresentar o que é, o que será o festival artCENA.festival.em.criação é usar a palavra “apresentação” na sua plenitude, pois aqui só teremos “apresentações”, coisas inéditas, criações, gestadas no tempo agora, com as ideias eletrizadas pelo instante. Apresentar, não representar, sair do registro das belas artes, entrar na conexão do pensamento, sentimento, instinto do tempo, não se ater aos sistemas de resultado, de espetáculo, de produto cultural, venal, do cômodo consentido pelo gosto, pela crítica, pela repetição da opinião, pelo desgaste da forma celebrada, pela preguiça do pensamento e falta de coragem da ação. Este é um festival que se inicia sem amarras, de peito aberto para o que vier.
Depois de muitos anos participando dos circuitos nacionais e internacionais de arte, de termos desempenhado funções alternadas e atuando como curadores há mais de dezoito anos, vemos desaparecerem os espaços propícios para a criação. Poiésis, do grego, o impulso humano à criação, invenção, solução, fantasia, algo que nos define como humanos, que de forma alguma é um privilégio dos artistas, que quase sempre encontramos abundantemente na rua em frente à nossa casa, aqui, no Rio de Janeiro, Brasil, lugar da invenção, da re-invenção, do crossover, mas que sistematizado perde o brilho, pois nada pode ser mais restritivo à criação do que a rotina, a ficha de inscrição, a adequação ao edital, as regras de utilização, a acomodação ao gosto médio. Muitas iniciativas no restrito mundo das instituições culturais têm o objetivo de incentivar as artes - assim escrevem - mas não percebem que ao enquadrá-las, catalogá-las e normatizá-las, apagam a chama do desatino, do improvável, do irrestrito, e transformam artistas em máquinas repetidoras de soluções.

Não é fácil imaginar uma proposição tão vasta que não limite, não restrinja, e que, ao contrário, estimule e possibilite o improvável. Quanta ambição num pequeno evento. Mas não devemos nos amesquinhar nessa hora, em nenhuma hora. Faremos a coisa certa! E cometeremos muitos erros nesse caminho que estamos dando a partida agora!
Com o artCENA deixamos de lado as ideias de festival, mostra, bienal, exposição, feira de programação – em crise há décadas - para reunir artistas que vão oferecer criações, novas parcerias, combinações e diálogos com pessoas, tempo e espaço. São quinze artistas/coletivos/companhias, nacionais e internacionais que chegam à cidade para criar. 
A arte como experiência mais direta com a vida. 
Tudo muito delicado, tudo muito poderoso. 
Fábio Ferreira
Setembro/2010
(fonte:http://www.artcenafestival.art.br

 

 Anualmente, o Festival do Rio transforma o Rio de Janeiro na capital mundial do cinema.

Uma cidade que é inspiração natural em todo o mundo recebe um grande evento espalhado em cinemas, praças da Zona Sul a Zona Norte passando pela Zona Oeste.

São duas semanas em que a cidade é tomada pelo maior evento audiovisual da América Latina, evidenciando a importância cultural e econômica do setor: estimulando a indústria, promovendo a cidade e oferecendo à população acesso ao melhor da produção cinematográfica mundial.

Mais de 300 filmes, muitos dos quais nunca chegarão ao circuito comercial, confirmam a importância do Festival do Rio e sua vocação como porta de entrada para o cinema na América Latina.

E no coração desta festa, a Première Brasil apresenta ao público e ao mercado internacional cerca de 60 filmes brasileiros inéditos, fazendo do evento a grande vitrine mundial da produção brasileira.

O Festival do Rio ocupa salas de cinema por todos os cantos da cidade, mesmo onde não há salas de cinema: é o Cinema Livre. Por meio de parceria com a RioFilme, empresa de investimento audiovisual da Prefeitura do Rio de Janeiro e maior patrocinadora do Festival do Rio pelo segundo ano consecutivo, o Festival confirma sua vocação de fomentador do acesso dos cariocasao cinema nacional, promovendo sessões públicas e gratuitas em praças, comunidades e auditórios pela cidade.

Outra função consolidada pelo Festival do Rio ao longo dos anos é a de grande plataforma de encontros de negócios para toda a área do audiovisual.

No Galpão da Cidadania – sede do festival por 15 dias – o RioMarket promove seminários, mesas redondas e encontros para discussão e desenvolvimento de projetos nas áreas de distribuição, co-produção e tecnologia, recebendo no Rio de Janeiro grandes executivos da indústria, que vem conhecer o mercado brasileiro – 9º mercado audiovisual do mundo – e encontrar novos parceiros para co-produções com o Brasil.

O Festival do Rio consegue mobilizar a população carioca e ocupar espaços públicos e privados da cidade, fazendo dessas duas semanas anuais um período no qual só se fala e pensa em uma coisa no Rio de Janeiro: CINEMA.

Uma festa como somente o público carioca sabe apreciar. (fonte: Festival do Rio)

 

Festival de Fotografia HTTPpix propõe reflexão sobre consumo e cultura

 

httppix

 

Realizado pelo Instituto Sergio Motta e pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, concurso de fotografia on-line vai premiar os três melhores trabalhos enviados até 14/06

 

Estão abertas até o dia 14 de junho as incrições para o Festival HTTpix, que vai premiar as três fotos que melhor ilustrem o tema “carregue sua marca”. O Festival propõe aos candidatos a inscrição de até seis fotos em que apareçam as marcas mais presentes no seu cotidiano, mas que nunca os patrocinaram. Segundo a curadora Giselle Beiguelman “é uma oportunidade de reflexão crítica e criativa sobre o consumo e cultura, fomentando abordagens inusitadas sobre a relação com as marcas. Além disso, promove um uso experimental das redes sociais, apostando em uma inteligência coletiva de seus usuários.”

 

O HTTPpix é um festival de fotografia on-line, que convida o público a discutir de forma criativa o consumo e a “gift economy” (economia de doação). Além disso, pretende dar visibilidade a fotógrafos e artistas visuais brasileiros ou residentes no país e ampliar o repertório estético dos usuários da Internet.

 

O Festival acontece no Flickr e está aberto a participantes de todo o país, sem limite de idade. Três finalistas ganharão prêmios de R$1.500 cada. HTTPpix é uma realização do Insituto Sergio Motta e da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, com apoio do Yahoo e da Agência Click.

 

Mais informações sobre o HTTPpix http://www.ism.org.br/ism/

 

Inscrições gratuitas: 31 de maio a 14 de junho na página do Instituto Sergio Motta no Flickr – http://www.flickr.com/groups/httppix

 

 
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