
Alfred Stieglitz nasceu em Nova Jersey em 1864 porém cresceu em Nova York, que na época era o centro das indústrias e era a cidade que mais crescia. Quando ele tinha 17 anos ele (junto com a família)foi para Alemanha,mais tarde ele estudou fotografia numa faculdade em Berlin.
Quando ele voltou para Nova York já tinha a fotografia como uma forma de arte, porém os críticos e a população no geral não aceitava que uma foto fosse uma obra de arte. Eles diziam que para se tirar uma foto bastava colocar a cabeça dentro de uma caixa preta e apertar um botão. Diziam que não poderia ser arte por que era a máquina que fazia tudo. O que é bem errado logo que filme também é feito com máquinas, e música é feita com instrumentos elétricos (hoje em dia é claro).
Stieglitz tinha um grande objetivo, fazer com que as pessoas aceitassem fotografia como uma forma de arte. Ele se juntou com alguns outros fotógrafos de Nova York e fizeram um clube de fotografia. Porém com o tempo ele não achava que os fotógrafos do clube estavam levando fotografia a sério, e ele não achava que eles estavam contribuindo muito, não achava que eles tiravam fotos artísticas.
Por causa disso ele criou outro clube, ou pode ser considerado um movimento. O Photo-Secession era um clube onde só os fotógrafos convidados podiam entrar, e o objetivo principal era fazer com que o mundo considerasse fotografia como uma forma de arte tão boa quando pintura e escultura. Esse grupo fazia revistas de fotografia, nelas as fotos eram coladas manualmente no papel, e depois de uma coleção de fotos, de vários fotógrafos como Edward Steichen, Gertrude Kasebier, Clarence White, e Alvin Langdon Coburn, havia textos bem artísticos dos próprios fotógrafos. (veja artigo na íntegra aqui)
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