Le Corbusier lançou, em seu livro Vers une architecture (Por uma arquitetura, na tradução em português), as bases do movimento moderno de características funcionalistas. A pesquisa que realizou envolvendo uma nova forma de enxergar a forma arquitetônica baseado nas necessidades humanas revolucionou (juntamente com a atuação da Bauhaus na Alemanha) a cultura arquitetônica do mundo inteiro.
Sua obra, ao negar características histórico-nacionalistas, abriu caminho para o que mais tarde seria chamado de international style ou estilo internacional, que teria representantes como Ludwig Mies van der Rohe, Walter Gropius, e Marcel Breuer. Foi um dos criadores dos CIAM (Congrès Internationaux d'Architecture Moderne).
A sua influência estendeu-se principalmente ao urbanismo. Foi um dos primeiros a compreender as transformações que o automóvel exigiria no planejamento urbano.
A cidade do futuro, na sua perspectiva, deveria consistir em grandes blocos de apartamentos assentes em pilotis, deixando o terreno fluir debaixo da construção, o que formaria algo semelhante a parques de estacionamento. Grande parte das teorias arquitetónicas de Le Corbusier foram adoptadas pelos construtores de apartamentos nos Estados Unidos da América.
Le Corbusier defendia, jocosamente, que, "por lei, todos os edifícios deviam ser brancos", criticando qualquer esforço artificial de ornamentação. As estruturas por ele idealizadas, de uma simplicidade e austeridade espartanas, nas cidades, foram largamente criticadas por serem monótonas e desagradáveis para os peões. A cidade de Brasília foi concebida segundo as suas teorias.
Depois da sua morte, os seus detractores têm aumentado o tom das críticas, apelidando-o de inimigo das cidades. É, no entanto, absolutamente, um nome de referência na história da arquitetura contemporânea. (fonte: wikipédia)
Mostra Anticorpos (antibodies) exibida no Vitra Design Museumn na Alemanha, apresenta os 20 anos de trabalho dos irmãos Campana. A retrospectiva enfatiza o método e o processo artístico que envolvem a criação dos Campana e suas relações com materiais e experimentos. (fonte: vernissage.tv)
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Slide parte de uma apresentação para a disciplina de história da arte do curso de design. A ênfase está na arquitetura das irgejas construídas no período anterior ao renascimento, claro...
Estive numa palestra do Marcelo Rosembauer patrocinada pela Suvinil na CasaCor Rio 2008, em que vale deixar registrado na memória algo muito interessante que ele falou. Não é sobre tendência, moda, padrão ou estilo, talvez um toque de humanismo, talvez uma das essências do seu trabalho, uma identidade que passa para o projeto porque é filosofia é sua visão de mundo; bom chega de enrolar... Ele disse algo sobre a imperfeição, que isto lhe agrada, pois é natural do ser humano, que vive na busca da perfeição. E mostrar um pouco de imperfeição é também mostrar mais sobre nós mesmos seres imperfeitos. Trazer a identidade perdida com sonhos e devaneios de uma crença positivista.(bom isto eu deduzo). Mas é verdade, um projeto que faça você encontrar-se consigo mesmo e sentir-se mais humano, mais presente e pleno do seu pertencimento no espaço, é facinante.
Não poderia de deixar de resistrar este trecho nos fragmentos da memória virtual (blog): "Não serão interferências formais e plásticas como elementos decorativos ou ainda o pós-estruturalismo na arquitetura que vão dar continuidade à arquitetura moderna proposta por Corbusier, Loos e Gropious. A transformação clamada pela nova tecnologia é sucinta, simples e prática.
Metaforicamente seria como mudar o ponto de vista do observador ou observar com uma outra lente. Ou seja; não é mais a arquitetura que gera o espaço no qual o homem deve se adaptar. O corpo gera a arquitetura onde a mesma está completamente subjugada aos atos do indivíduo. Assim como a tecnologia e os equipamentos que trabalham em função do indivíduo e do corpo e que fascinam pela sua interatividade e indeterminação.
Uma arquitetura incerta que não existe mais como uma forma rígida, determinada ou funcional no espaço mas como movimento do corpo do indivíduo no tempo. Logo o corpo como gerador do espaço torna-se o objeto de concepção para uma arquitetura adequada à uma sociedade moldada pela tecnologia."
Trecho da coluna publicada no fórum ABD por Marcelo Maia.
Vaso de cerâmica descoberto nos anos 70 com cerca de 5200 anos. Só recentemente foi observado pelo arqueólogo iraniano Mansur Sadjadi que sua decoração era um desenho sequencial. Ao girar o vazo o nota-se uma cabra saltando! (Fonte: Mdig)
Na verdade o termo seria eco design com re-uso de materiais, um aproveitamento de objetos descartados ou selecionados num processo de reciclagem, não importa. O que vale a pena é encontrar designers assim, com a idéia de fazer do comum o inusitado, ou promover 'coisas' descartadas e muita das vezes sem graça em objetos sofisticados, engraçados e até funcionais, claro, para levar o batido nome 'design', senão, poderiamos confundir com uma instalação artística, dependendo do ambiente. Esta dialética é muito importante mostrando que um olhar sensível pode surpreender e levar o comum a status de arte, tendo como elo o design. Acredito neste tipo de trabalho e isto é tendência. Veja mais em http://www.stuarthaygarth.com