"Não serão interferências formais e plásticas como elementos decorativos ou ainda o pós-estruturalismo na arquitetura que vão dar continuidade à arquitetura moderna proposta por Corbusier, Loos e Gropious. A transformação clamada pela nova tecnologia é sucinta, simples e prática.
Metaforicamente seria como mudar o ponto de vista do observador ou observar com uma outra lente. Ou seja; não é mais a arquitetura que gera o espaço no qual o homem deve se adaptar. O corpo gera a arquitetura onde a mesma está completamente subjugada aos atos do indivíduo. Assim como a tecnologia e os equipamentos que trabalham em função do indivíduo e do corpo e que fascinam pela sua interatividade e indeterminação.
Uma arquitetura incerta que não existe mais como uma forma rígida, determinada ou funcional no espaço mas como movimento do corpo do indivíduo no tempo.
Logo o corpo como gerador do espaço torna-se o objeto de concepção para uma arquitetura adequada à uma sociedade moldada pela tecnologia."
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