Seleção e premiação de vídeos sobre arte contemporânea brasileira - até 4 prêmios de R$5.000,00
O Canal Contemporâneo lança, pela primeira vez, o “Prêmio Registros - vídeos sobre arte”, que premiará até quatro vídeos sobre arte contemporânea brasileira produzidos entre os anos 1990 e 2010, com prêmios no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) cada.
A convocatória do Prêmio Registros pretende mapear e estimular a produção de registros videográficos com ênfase no documental e ensaístico, priorizando especialmente a experimentação de linguagem e novos formatos. Os documentários e ensaios videográficos inscritos no “Prêmio Registros” devem ser norteados pela arte contemporânea brasileira e seus desdobramentos, em exposições, vernissages, visitas, entrevistas, ateliês e debates.
O “Prêmio Registros” foi concebido a partir da verificação de uma enorme lacuna no que diz respeito à realização de registros de arte contemporânea brasileira na atualidade, apesar da enorme facilidade que os meios digitais possibilitam à produção e divulgação de vídeos. O objetivo deste prêmio é chamar atenção para o tema e, com isso, incentivar a criação de parcerias para a produção de vídeos sobre arte que tragam potencial para a troca de ideias, a promoção de novas ações e o estímulo de discussões sobre arte contemporânea e seu circuito.
Todo o processo, desde a inscrição até a exibição dos vídeos selecionados, será feito pela internet, no sítio do Canal Contemporâneo e com o uso dos canais do YouTube,. Com a publicação dos vídeos na internet, o Canal Contemporâneo dá continuidade a um trabalho que vem desenvolvendo há dez anos junto à sua comunidade: a criação de uma memória coletiva da arte contemporânea brasileira. O uso da internet como suporte permite não apenas difundir e divulgar as criações apresentadas, mas, também, produzir referências para que outras possam surgir.
O “Prêmio Registros – vídeos sobre arte” é produzido com recursos do edital Conexão Artes Visuais MinC/Funarte/Petrobras 2010. Maiores informações em http://www.canalcontemporaneo.art.br
A partir do dia 01 de outubro, estão abertas as inscrições para o Edital de Exposições Temporárias 2011 do Museu Eugênio Teixeira Leal, Salvador-Ba.
O Edital prevê a seleção de oito propostas de exposição que serão realizadas no Museu Eugênio Teixeira Leal, entre março de 2011 e dezembro de 2011. As exposições são apresentadas, na Galeria Francisco Sá, localizado no Pelourinho, Centro Histórico da cidade do Salvador.
A sala de exposições possui dimensões, cerca de 82,12m², pé direito com altura de 2,5m, que tem conferido um caráter mais específico para as montagens e propostas expográficas de cada exposição.
Mais informações: Museu Eugênio Teixeira Leal - Localizado na Rua do Açouguinho, nº. 01, Pelourinho. Salvador - Bahia. CEP: 40.026-180. Telefax: (071) 3321.8023/ 3321-8308. Ou através do e-mail:
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“Viagem a Marrocos. Aguarelas” de Alain Daguerre de Hureaux. 2000. Bibliothèque de l’image. Paris Tradução do francês para português de Portugal
A técnica da aguarela, na fronteira das artes do desenho e da pintura, conheceu a sua época de glória durante o séc.XIX, fundamentalmente em Inglaterra, com a criação da Watercolour Society a partir de 1804. Pela sua rapidez de execução e economia de meios, transformou-se na técnica previligiada dos pintores viajantes. Mas, podemos considerar Delacroix como um deles? Certamente que não. Com excepção de uma breve estadia em Inglaterra durante o verão de 1825, da sua viagem ao norte de África durante o primeiro semestre de 1832 e de curtas estadías na Bélgica e na Holanda (1839 e 1850), Delacroix dividiu a sua vida entre os seus diferentes ateliers e a sua propriedade de Champrosy, entre a sua actividade de pintor e a de escritor.
Breve alteração das estritas normas de vida a que se impunha Delacroix, e que os seus diários dão numerosos testemunhos, a viagem a Marrocos parece ser o resultado de uma oportunidade que o pintor não deixou passar: Tomou a decisão precipitadamente em Dezembro de 1831. Por intermédio da Senhora Marz, cujo amante era Charles Mornay, Delacroix fez com que o aceitassem como membro da embaixada que aquele devia desempenhar em Marrocos a fim de assegurar-se das intenções do Sultão ante os acontecimentos de Argélia. No espaço de alguns meses Delacroix realiza vários milhares de aguarelas, soltas ou às vezes reunidas em cadernos (de sete só se conservam quatro no Louvre e em Chantilly). A 25 de Janeiro de 1832, pouco depois da sua chegada, ele escreveu ao seu amigo Pierret: “Desembarcámos no meio do povo mais estranho (…) teria que ter vinte braços e quarenta e oito horas por dia para dar uma ideia de tudo isto (…) Neste momento sou como um homem que sonha e vê coisas que teme que lhe escapem”.
Igual um matador confrontando um touro, o artista aproxima-se do seu cavalete. Pablo Picasso, o mais influente artista do século XX, está fazendo arte, e Henry-Georges Clouzot, o famoso cineasta francês (As Diabólicas, O Salário do Medo), está fazendo um filme. Em 1955, Clouzot conseguiu convencer seu amigo Picasso a fazer um documentário de arte, onde ele registrava o momento da sua misteriosa criatividade.
Para o filme, o mestre criou 20 telas. Usando uma tinta e papel especial, Picasso criou rapidamente fantásticos desenhos onde Clouzot foi filmando no lado inverso da tela, capturando sua criação em tempo real. Quando o artista decidiu pintar em óleo, Clouzot mudou a cor do filme e usou a técnica de animação em stop-motion. Pelo contrato, todas as telas pintadas foram destruidas quando o filme foi finalizado. O governo francês declarou em 1984 este documentário um tesouro nacional. (by bestdocs)
A produção artística da pintora gaúcha Karin Lambrecht é o tema deste programa que mostra sua exposição individual no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagodi (MARGS). A mostra reuniu pinturas que retratam a trajetória da artista entre 1999 a 2002. O MUNDO DA ARTE destaca os trabalhos de Lambrecht feitos com sangue de carneiro, como o apresentado na Sala Especial da 25ª Bienal de Arte de São Paulo.(vídeo by TAL, Programa O Mundo da Arte, Diretor Zero Cintra)
Aparelho Cinecromático de Palatinik é exposto em Zurick na mostra “Dimensions of Constructive Art in Brazil – The Adolpho Leirner Collection” em Haus Konstruktiv.
Palatnik é pioneiro da arte cinética no mundo. Quando inventou este aparelho conseguiu com muita dificuldade expor na bienal de São Paulo em 1951 com ajuda de seu amigo Mario Pedrosa, a maior dificuldade era que não havia categoria para classificar o tal aparelho, este que você vê em performance no vídeo, responsável por tornar Palatnik um dos pioneiros da arte tecnológica no mundo, inaugurando a arte cinética.
A galeria LGC Arte Contemporânea acompanhando a comemoração do Ano da França no Brasil inaugura a individual de Pinturas do artista brasileiro radicado na França há mais de 20 anos. KINKAS CAETANO
KINKAS, artista eclético, é pintor, grafista e designer. A sua pintura, de cores quentes e símbolos gráficos, está despindo-se e criando força nos contrastes e na profundidade visual. Por vezes dirige-se para projetos de concepções visuais misturando pintura, serigrafia, fotografia, colagens e imagens digitais. Traz em seus trabalhos um gestual bastante criativo e instintivo. KINKAS , nesta mostra traz uma série de 11 (onze) pinturas feitas em acrílica sobre tela de cor, com muitos traços e figuras coloridas”.
A partir de uma espiral em movimento, sua obra é ritmada, enigmática e singular, fortemente simbólica, formatada como uma poesia do caos…. Ele explora as relações entre a absorção e a difusão da luz, utilizando cores puras, predominantes e diferentes a cada etapa. Explora a liberdade de associar, de misturar, de brincar com os contrastes, com os símbolos, dialogando com a natureza, criando, assim, um ambiente único. (fonte: rioescope.com.br)
Visitação: 10 de setembro a 24 de outubro de 2009. Terça a Sexta das 11:00 as 19:00. Sábados das 11:00 as 17:00 Local: LGC ARTE CONTEMPORÂNEA Rua do Rosário, 38 – centro Rio de Janeiro