A produção artística da pintora gaúcha Karin Lambrecht é o tema deste programa que mostra sua exposição individual no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagodi (MARGS). A mostra reuniu pinturas que retratam a trajetória da artista entre 1999 a 2002. O MUNDO DA ARTE destaca os trabalhos de Lambrecht feitos com sangue de carneiro, como o apresentado na Sala Especial da 25ª Bienal de Arte de São Paulo.(vídeo by TAL, Programa O Mundo da Arte, Diretor Zero Cintra)
compartilhe:
Exposição "A Cara do Rio" na reportagem da tv globo
Sáb, 27 de Fevereiro de 2010 21:51
Adobe Flash Player not installed or older than 9.0.115!
Visite a exposição "A CARA DO RIO 2010". Curadoria de Marcelo Frazão. (tv globo by Youtube)
compartilhe:
A Cara do Rio 2010
Sáb, 27 de Fevereiro de 2010 21:48
Adobe Flash Player not installed or older than 9.0.115!
A Cara do Rio - edição 2010- com a participação de 115 artistas. Abertura no Centro Cultural Correios- RJ 27 de fevereiro. Até 11 de abril.
compartilhe:
Palatnik e o Aparelho Cinecromático
Sáb, 02 de Janeiro de 2010 01:01
Aparelho Cinecromático de Palatinik é exposto em Zurick na mostra “Dimensions of Constructive Art in Brazil – The Adolpho Leirner Collection” em Haus Konstruktiv.
Palatnik é pioneiro da arte cinética no mundo. Quando inventou este aparelho conseguiu com muita dificuldade expor na bienal de São Paulo em 1951 com ajuda de seu amigo Mario Pedrosa, a maior dificuldade era que não havia categoria para classificar o tal aparelho, este que você vê em performance no vídeo, responsável por tornar Palatnik um dos pioneiros da arte tecnológica no mundo, inaugurando a arte cinética.
A galeria LGC Arte Contemporânea acompanhando a comemoração do Ano da França no Brasil inaugura a individual de Pinturas do artista brasileiro radicado na França há mais de 20 anos. KINKAS CAETANO
KINKAS, artista eclético, é pintor, grafista e designer. A sua pintura, de cores quentes e símbolos gráficos, está despindo-se e criando força nos contrastes e na profundidade visual. Por vezes dirige-se para projetos de concepções visuais misturando pintura, serigrafia, fotografia, colagens e imagens digitais. Traz em seus trabalhos um gestual bastante criativo e instintivo. KINKAS , nesta mostra traz uma série de 11 (onze) pinturas feitas em acrílica sobre tela de cor, com muitos traços e figuras coloridas”.
A partir de uma espiral em movimento, sua obra é ritmada, enigmática e singular, fortemente simbólica, formatada como uma poesia do caos…. Ele explora as relações entre a absorção e a difusão da luz, utilizando cores puras, predominantes e diferentes a cada etapa. Explora a liberdade de associar, de misturar, de brincar com os contrastes, com os símbolos, dialogando com a natureza, criando, assim, um ambiente único. (fonte: rioescope.com.br)
Visitação: 10 de setembro a 24 de outubro de 2009. Terça a Sexta das 11:00 as 19:00. Sábados das 11:00 as 17:00 Local: LGC ARTE CONTEMPORÂNEA Rua do Rosário, 38 – centro Rio de Janeiro
A relação entre a Arte e a Ilusão é absolutamente indissolúvel. Se o artista é tomado por um desejo de realização do Belo a partir de sua interioridade, na qual, um objeto se eleva à paradigma da Beleza , é porque não há freios nesta experiência, vivida de fato, que o impeçam de justificar seu propósito artístico. E assim, o ímpeto criador encontra seu curso livre para a realização da obra, mesmo que ela retenha apenas a Ilusão de ser o objeto que lhe dá um sentido aparente, pois, tanto quanto o Mito, a obra só alcança seu significado verdadeiramente na representação de si mesma, por mais que isto pareça impossível ao olhar leigo. Só há sentido na criação, quando a Ilusão a que o artista está acometido, suspende seu domínio lógico, ou seja, quando as bases de sua realidade ordinária, da objetividade intrínseca que fundamenta sua razão, se sublimam ante o que é extraordinário, assim alargando, por assim dizer, os limites da noção de realidade. Daí, dizermos que o domínio da Arte é autônomo, e sua lógica - se é que este termo é o adequado para isto - consiste em algo mais do que o possível e o impossível, aquilo que instaurando novas bases, cria o meio e a forma da realidade inefável tal como o paradigma da realidade. A autonomia do artista está justamente em sua utopia, neste sonho e desejo de realizar a tradução desse universo inefável para uma linguagem compreensível à razão, porém, quando o faz, ela fala numa língua liberta de meios exclusivos, e ultrapassa todo e qualquer senso comum. E desta forma, mais do que traduzir seu desejo, o artista constitui uma linguagem perfeita, porque sua forma é universal por excelência, seu discurso visa e deve atender a necessidades independentes de quaisquer fatores culturais, políticos, filosóficos ou religiosos, dizendo seu conteúdo a todos que a contemplem. É neste sentido que se identifica com o Mito, porque ao atingir este poder de Iludir, continua representativa e significativa indefinidamente no tempo. Temos portanto, que é na Arte que a dimensão extraordinária se manifesta abertamente. Isto ocorre porque esta é a natureza da Arte. A Obra de Arte verdadeira é uma realidade perfeita em si mesma, independente da autoria, da data ou da técnica escolhida para sua materialização.
...Klee já foi associado ao expressionismo, cubismo, futurismo, surrealismo, e abstracionismo, mas suas imagens são difíceis de serem classificadas. Geralmente, ele trabalhava isolado da vista dos demais, e interpretava as novas tendências artísticas de sua própria maneira.
Extraordinariamente inventivo em seus métodos e técnicas, Klee trabalhou com vários materiais diferentes – tinta a óleo, aquarela, tinta preta, rascunho, e outros. Na maioria das vezes, ele combinava esses materiais em uma só obra. Ele usava tela, estopa, musselina, linho, gaze, papel-cartão, limalha, tecido, papéis de parede, e papel-jornal. Klee fazia uso de pintura a esguicho (spray), recortes com facas, carimbos e verniz, e misturava, por exemplo, óleo com aquarela ou aquarela com caneta e tinta indiana.
Ele era um desenhista nato, e, através de seus extensivos experimentos, desenvolveu um domínio da cor e da tonalidade. A maioria de seus trabalhos combina estas habilidades. Ele usa uma grande variedade de paletas de cores, que seguem desde o quase monocromático até ao altamente policromático. Usa freqüentemente formas geométricas, além de letras, números, e setas, e as combina com figuras de animais e de pessoas. Algumas obras eram completamente abstratas. Grande parte de suas obras e seus títulos refletem seu humor seco e seus ânimos variados; algumas expressam convicções políticas. Suas obras aludem, freqüentemente, à poesia, à música e aos sonhos, e, às vezes, incluem palavras ou notações musicais. Suas últimas obras são distintas por símbolos “hieroglíficos”.
Rainer Maria Rilke escreveu sobre Klee em 1921: “Mesmo se você não tivesse me contado que ele toca violino, eu teria adivinhado isto em várias ocasiões em que seus desenhos eram transcrições da música.”.
Conforme Klee aprendia a manipular as cores com grande habilidade e paixão, ele se tornou em um efetivo instrutor de mistura de cores e da teoria das cores na Bauhaus. Esta progressão em si é muito interessante porque os seus pontos de vista sobre as cores o permitiriam, no final, a escrever sobre isto a partir de um único ponto de vista entre seus contemporâneos.
Uma das pinturas de Klee, Angelus Novus, foi alvo de interpretação pelo filósofo alemão e crítico literário Walter Benjamin, quem comprou a pintura em 1921. Em sua Tese Sobre A Filosofia Da História, Benjamin sugere que o anjo ilustrado na pintura possa ser visto como algo representando o progresso na história.
Em 1938, a Steinway fabricou uma série de pianos em homenagem a Paul Klee, e comemorando a forma com a qual Klee havia unido as formas de arte musical e visual. Apenas 500 pianos foram produzidos nesta série, sendo que Vladimir Horowitz foi um dos que adquiriram o piano. Paul Klee descreveu a série como “uma grande honra e privilégio. Esta homenagem afirmou o trabalho de minha vida.”.
Hoje, uma pintura de Paul Klee pode ser vendida por mais de $7.5 milhões de dólares americanos. Um museu dedicado a Paul Klee foi construído pelo arquiteto italiano Renzo Piano em Berna, Suíça. O Zentrum Paul Klee foi inaugurado em junho de 2005 e agrupa uma coleção de cerca de 4.000 obras do artista. Outra coleção substancial das obras de Klee é de propriedade do químico e dramaturgo Carl Djerassi e está à mostra no Museu de Arte Moderna de São Francisco... (fonte: wikipédia)
O resultado de um trabalho intenso e sem amarras de “Obras Recentes” leva o expectador a diferentes sensações que vai do inquietante à tensão, num panorama de contrastes abstratos e ao mesmo tempo extremamente reais.Enigmáticas. Assim revelam-se as obras apresentadas neste último trabalho de Stupía que é, para ele, a recuperação, o redescobrimento de uma série de materiais com os quais há muito tempo não trabalhava: lápis de diversas espessuras, carvão, grafite, pastel a giz e a óleo, óleo em barra, acrílico e, em um momento mais extremo, esmalte sintético. “Sempre que produzi em minhas obras viradas notórias ou fortes alterações, foi devido à relação que fiz, sempre o mais fiel possível, com as características do material”, explica Stupía ao esclarecer que a conseqüência é que, paradoxalmente, ao deixar-se impregnar pelos traços do lápis passou a fazer uso do carvão que, com sua volatilidade, levou-o a usar o grafite. A porosidade deste fez com que buscasse o acrílico e este, por sua fluidez pastosa, o induziu a encontrar o contraponto entre a plasticidade do esmalte sintético e as características do óleo. (fonte: dan galeria)
"Pergunto-me se não devemos pintar as coisas mais como as conhecemos do que como as vemos. Um quadro pode mostrar tanto a idéia das coisas como a sua aparência exterior." Picasso